Regina-Duarte-MEDOMedo é o que as pessoas sentem quando uma pessoa de uma área diferente dá “pitaco” no assunto que você domina. É incrível como as pessoas tentam se esquivar de passar por ridículo. Imagina, alguém que não manja meleca nenhuma do que você faz querendo falar como se fosse muito fácil. Isso passa a ideia de que você é um total incompetente no que faz. Quatro (ou mais) anos de faculdade, seis de experiência e vem um “zé ruela” e faz tudo isso parecer nada. Qual a reação? Contra-atacar a pessoa que se acha melhor que você e fazer ela parar de jogar você na lama da futilidade. Eu acho esse contra-ataque uma das piores reações do ser humano. Pra mim esse tipo de pessoa não é e nem vai ser bem sucedido na vida acadêmica, financeira, amorosa e principalmente profissional. Temos que pensar em adquirir informação e transformar isso em conhecimento, não importa qual a fonte.

Vivemos em um tempo onde tudo está compartilhado (tudo mesmo) e qualquer um pode ter informações sobre qualquer coisa. Normal! Sou formado em Computação mas aceito sem preconceitos o que pessoas formadas em outra área me falam. Absorvo isso como informação e transformo em conhecimento de boa.

Engraçado mesmo é ver o desespero do pessoal que não aceita receber uma crítica de um profissional de outra área. “Heresia, profano, volte pra sua área e me deixa na minha, você não entende nada do que eu faço”. Só pode ser isso que os medrosos pensam.

Realmente esse povo medroso tem um fundo de razão. O cara não passou pelo que eu passei pra chegar aqui e sair falando tudo aquilo que levei anos pra aprender. O erro está ai, pois o mais importante é o processo pelo qual o sujeito cagão levou para construir esse conhecimento (da sua área). Esse processo levou a construção de vários outros conhecimentos que com certeza faz dele um ótimo profissional, mas sair retalhando que sabe pouca coisa sobre o seu assunto é escroto demais.

Se você é um profissional da Computação já deve ter passado por isso. Ao modelar um sistema o detentor do conhecimento necessário para a construção do sistema se borra todo de medo de você descobrir todos os seus segredos sobre o processo. Agora imagina se você for um profissional que desenvolve sistemas de Inteligencia Artificial. Desenvolvemos sistemas que vão fazer o que uma pessoa faz, e se ao se meter em uma conversa no cafezinho você já é chicoteado, imagina se você consegue fazer com que o trabalho desse profissional seja feito por uma máquina? Morte é pouco ele vai querer te fritar em óleo quente e bem devagar.

“- Nunca que um programa vai fazer o que eu faço, nunca!”. Por incrível que pareça eu já escutei isso e me dei bem, porque o sistema ficou melhor que o profissional.

Vamos utilizar nossa máquina do tempo e voltar em 1700 e  analisar um pouco o que já acontece:

Antes de 1750 nós vivíamos na era agrícola e naquele tempo tudo era feito manualmente, o trabalho era puramente artesanal. Isso é fato.

Se você utilizou a máquina do tempo corretamente, você pode perguntar para alguns viventes dessa época o que eles acham de uma máquina arando, colhendo, plantando e até mesmo sendo utilizado para o transporte. Neste momento você deve ter sido chamado de louco e burro. Onde que uma máquina vai fazer o trabalho que eles fazem? Nenhuma máquina no mundo vai poder fazer o trabalho que eu faço. Quebraram a cara, bem feitooooooooo. Como sabemos o ritual de passagem de uma era para outra é formada por uma grande invenção tecnológica e nesse caso foi a máquina a vapor. Com a chegada da máquina a vapor o homem começou a fazer muitas coisas que antes eram impossíveis de não ser feito por ferramentas (máquinas). Verdade! Logo depois veio a revolução industrial e a revolução da informação e muito trabalho que somente podia ser feito pelo homem começou a ser feito pelas máquinas. Não acredito que a IA seja um grande invento de mudança de era, mas vai ajudar bastante.

Você já deve ter deduzido o que vou falar agora. A IA veio para entrar no lugar do homem na difícil tarefa de pensar e tomar decisões. E não podemos correr disso, o que podemos fazer é aceitar que uma máquina vai poder fazer aquilo que a principio só nós conseguimos fazer. Isso é pior do que uma pessoa se metendo no que eu manjo (maldita IA). Essa é a mesma sensação que os agricultores tinham na era agrícola depois que foi inventado a máquina a vapor.

Se você se identificou com esse tipo de pessoa medrosa, sorte sua por ter lido esse post. Ainda da tempo de mudar, mas não da mais tempo para tentar impedir esse processo.

Bem vindo ao futuro.

Fico aberto a comentários sobre que atividades e profissões a IA já está se metendo e quais podem ser extintas.

Fonte: http://tirasnacionais.blogspot.com/2011/11/inteligencia-artificial.html

Boa parte da nossa memória é falsa, consequência da forma como fazemos para recupera-la. Esse é um processo infinitamente + 1 mais complexo do que simplesmente acessar um HD e abrir um arquivo (forma que conhecemos de recuperação de memória em sistemas computacionais).

Antes de explicar porque metade da nossa memória é falsa, acho interessante falar do que é formada nossa memória. Bem, ela é formada pelas partes mais importante e relevantes de algo que queremos lembrar, isso significa que guardamos apenas o que realmente é necessário para lembrar de alguma coisa. Ex.: Ao lembrar da minha mãe, eu crio uma imagem dela na minha mente e para mim essa imagem caracteriza ela, porém essa imagem (memória) nada tem haver com ela (realmente). Isso porque eu guardo apenas as características mais relevantes sobre a minha mãe. Se me pedir pra desenhar seu nariz, eu não conseguiria desenhá-lo perfeitamente.

Bem, é agora que começa a mentirada dentro da nossa cabeça. Ao tentar lembrar da minha mãe, eu recupero apenas o mais significante, o que não constitui por completo a imagem dela. Toda parte que não é relevante é automaticamente criada pelo meu cérebro para terminar de montar a imagem da minha mãe dentro da minha mente. Essa parte que o cérebro monta é totalmente inventada pelo meu cérebro, fazendo com que boa parte da imagem que vem a minha cabeça ao lembrar-se da minha mãe seja mentira (falsa),  mas pra mim é a minha mãe.

O que pode ser tirado de legal disso?

Simples! Compactação de dados, rápido acesso e compartilhamento de informações. Uma mesma característica relevante pode estar contida em várias memórias. Em sistemas computacionais seria como dizer que a palavra “mãe” de um arquivo de texto seria a mesma em vários arquivos diferentes. Esses arquivos estariam compartilhando a mesma palavra, economizando espaço, etc.

Corrijam-me se eu estiver errado, mas o Google faz isso hoje no Gmail (compactação de dados, rápido acesso e compartilhamento de informações, conforme dito acima). Só assim pra justificar a grande capacidade e velocidade do Gmail.

O homem com certeza ainda é a máquina conhecida mais perfeita do universo. Obra do criacionismo ou do evolucionismo. Vai saber!

Fonte de inspiração: http://www.wook.pt/ficha/o-livro-do-cerebro/a/id/4042414

RoboA ficção vem se esforçando e criando conceitos de  inteligência artificial(IA), mas segundo minha profecia, o pessoal do cinema está muito longe da futura realidade.

Os filmes de ficção científica vêm desenhando o conceito de IA na mente da população pensante desse planeta, só que tão chutando de canela. O filme Artificial Intelligence: AI do tio Spielberg por exemplo, foca a IA em um robô que tem sentimento e quer ter uma mãe; Matrix é um sistema criado por sistemas inteligentes para dominar a raça humana e alguém se lembra do computador HAL-9000 do filme 2001 uma Odisséia no Espaço (2001, A Space Odissey) de Stanley Kubrick, primeiro filme que lembro que fala de inteligência artificial.

Existe um fato em comum nesses 3 filmes. Todos eles dividem por completo a vida da tecnologia. É zero ou um e ponto, mas eu vejo que estamos caminhando para uma realidade muito diferente. Ao meu ver estamos convergindo para uma era onde homem e máquina estarão integrados ajudando um ao outro. E não precisa ir muito longe não. Hoje temos corações, pernas e braços artificiais e todos juntos ao ser humano. Levamos com a gente aparelhos tecnológicos cada vez menores e de maior poder de processamento. Eu li há algum tempo atrás que tinham inventado um olho artificial que vai poder devolver parte da visão a cegos de uma determinada doença. E não podia deixar de comentar de experimentos ligados ao cérebro que fazem mover até objetos, somente com a força do pensamento. Incredible!!!

E cada vez mais esse tipo de tecnologia vem se juntando ao nosso corpo. Poderia passar um bom tempo descrevendo exemplos desse tipo, mas acho que já consegui convencer você.
É dificil ver um futuro distante onde as máquinas estarão separadas do homem, e essa profecia (ideia) pode gerar uma polêmica em torno da Singularidade. A singularidade diz que um dia sistemas inteligentes serão mais inteligente que todos nós juntos, eu falo melhor sobre esse assunto em outro post. Porém, se levarmos em consideração que não haverá o lado negro da força e nem o lado branco, então não haver a Singularidade. Para entender melhor: no filme Matrix não iria exister uma raça de máquinas e nem uma raça de humanos, mas sim uma raça de humanos+máquinas, tudo junto e misturado.

Não acredito que vamos conseguir manter uma separação tão radical assim, afinal novas tecnologias são criadas em sua maioria a partir de uma necessidade humana.

Será que seremos responsáveis por nossa própria evolução?


Ultimamente venho devorando textos e livros sobre a mente humana e quando me deparei com esse artigo da Superinteressante eu notei que eles descreveram alguns processos cognitivo humano de forma simples, rápida e inodoro.

Como aumentar o seu QI

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VISTA UMA ROUPA DIFERENTE

A rotina acomoda nossos neurônios, que deixam de criar novas sinapses. É como se o cérebro funcionasse apenas no automático. Vestir alguma coisa que não está acostumado, por exemplo, obriga as células do cérebro a aumentar os dendritos – braços do neurônio por onde as informações são transmitidas. E, quanto mais caminhos, melhor.

APRENDA CHINÊS

É muito mais fácil aprender espanhol. Há um motivo para isso: quando a língua é similar à nossa, ela passa a compartilhar a mesma área cognitiva que já usamos. Para aprender chinês, é preciso ativar uma nova rede de células. É a mesma lógica de sair da rotina. Mas aqui, uma área específica do cérebro é ativada: a da linguagem.

TOME BANHO DE OLHOS FECHADOS

Assim você aumenta o número de ligações entre os neurônios, desenvolvendo a propriocepção – capacidade de reconhecer os membros em relação ao resto do corpo. Como efeito colateral, todos os seus sentidos ficam mais aguçados – visão, olfato, tato. Mas talvez você descubra que não gosta do cheiro do seu sabonete…

BEBA CAFÉ

Nem de mais, nem de menos. Quatro xícaras por dia são o suficiente. A cafeína bloqueia os receptores da adenosina, neurotransmissor que causa a sonolência. Com café nas veias, você aumenta a velocidade do processamento de informações e fica mais atento para concluir tarefas complexas, como uma prova de química.

DURMA 8 HORAS POR NOITE

O sono se divide em duas partes. A primeira dura cerca de 1h30 e regenera as células lesadas durante o dia, recuperando o organismo. Na segunda etapa, a memória é reorganizada. Em um adulto de hábitos normais ela dura entre 6 e 7 horas. Se você acordar antes disso, pode atrapalhar os processos de consciência.

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OUÇA MOZART

A música do compositor austríaco estabiliza no cérebro as ondas alfa, que se associam à diminuição da tensão mental. É o chamado efeito Mozart. O som estimula áreas relacionadas à memória e exige uma atividade mental complexa, pois seus códigos são baseados em notas e em seqüências de tempo. Só que os efeitos da melhora têm vida curta: de 15 a 20 minutos.

Fonte: Revista Superinteressante

Fonte: http://www.tirinhas.com/xkcd.php?tira=416

Interessante como relacionamos pipoca com guaraná, isso é culpa daquela bendita propaganda de refrigerante (Guaraná Antarctica) que tocava uma esfomeante música. Eu particularmente bebo guaraná quando como pipoca salgada, somente por causa dessa propaganda. Será que tinha mensagens subliminar ou de fato eles descobriram que essa é uma combinação perfeita? Isso não importa agora. Depois falamos sobre isso.

Como fazer pipoca no micro-ondas?

Como fazer pipoca na panela esquentando a barriga no fogão?

Para os especialistas em fazer pipoca na panela é fácil saber quando a pipoca está pronta. Esses especialistas esperam o barulho dos estouros da pipoca acabar e retiram a panela do fogo. Sentir cheiro de queimado também é uma condição de parada e se isso acontecer as vezes da para salvar alguma coisa.

E no micro-ondas?

Ahhhh, no micro-ondas.

No micro-ondas, temos o fantástico botão PIPOCA. Esse ai utiliza a técnica dos 3 minutos. Não sei porque, mas os fabricantes de micro-ondas definiram que 3 minutos é suficiente para fazer pipoca. Papai noel utiliza muito esse botão.

Qual a melhor técnica? Qual a melhor opção? Qual faz a melhor pipoca? Até porque a bebida de acompanhamento nós já sabemos qual é.

O botão pipoca adora me sacanear, sempre sobra metade do milho dentro do saquinho. Por isso não uso esse botão desde que eu parei de acreditar em papai noel. Hoje em dia eu ando colocando mais tempo, mas mesmo assim não é tão bom quanto os meus ouvidos.

Então vamos as imagens.

Em uma aula de administração básica do curso de computação, a professora falou de boca cheia que por trás do botão de pipoca do micro-ondas existe um sistema de inteligência artificial. Ai, que dor que me deu na vesícula nessa hora. Eu fiquei somente na dor e não falei nada e a aula prosseguiu normalmente.

Eu tentei não pensar nisso durante muito tempo, mas eu não consegui. Essa vontade dentro de mim foi esquentando, esquentando até que acabou estourando e resolvi escrever esse post.

Não, eu não acho que tenha inteligência artificial por de trás dos 3 minutos do botão pipoca. O forno de micro-ondas não toma nenhuma decisão durante esses 3 minutos, nada é feito além de esquentar os pobres grãos de milho. Na aula eu não tive coragem de falar isso em voz alta. Ainda bem, a professora não tinha lançado minha nota. Ufa!!!

Mas como seria um sistema inteligente para fazer pipoca???

Vamos analisar o que escrevi um pouco acima. Se você prestou atenção, nós já temos uma idéia para construir esse sistema inteligente.

Ahhhhhhhhhh! Eh, mumu!!!

Como diz o meu amigo Locks: – É teta!

É só desenvolver um aparato eletrônico que escute o som das pipocas estourando e um sistema inteligente que analise esses sons. Com base nos padrões de estouro de pipoca o sistema decide quando a pipoca está pronta para o consumo e desliga o forno. Afinal, é assim que fazemos pipoca de panela.

Que atire a primeira pipoca quem nunca fez pipoca assim.

Quem quiser desenvolver esse sistema inteligente ou escrever um artigo eu estou a disposição. Apesar de ser uma idéia aparentemente cretina, muita coisa pode ser estudada. Entre elas temos de cara, identificação e classificação de sons, identificação de padrões, data mining, raciocínio baseado em casos e da até para pensar em uma rede neural. Tudo isso apenas no botão de pipoca do micro-ondas. Para os mais taradinhos em robôs. Dá pra criar um robô que faz isso e tirar essa responsabilidade do botão pipoca.

Dúvida:

Você ficou com vontade de comer pipoca, beber guaraná ou os dois?

Esse post foi escrito enquanto eu comia pipoca bebendo coca-cola.

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